Enjoy the Rock in Rio

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Descrever em palavras a emoção de viver o Rock in Rio é difícil, pode parecer exagero, mas vou tentar. A viagem foi corrida, mas valeu cada minuto, cada espera, cada gota da chuva, cada caminhada, cada ônibus (e foram muitos), enfim… valeu a pena.

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Acordei em Floripa, acordei o Thiago, acordamos a mãe do Thiago, me levaram no aeroporto, despedi do Thiago… e agora era só eu, sozinha rumo a cidade do rock. Fiz check-in, esperei no portão errado (sempre), fui pro portão certo, embarquei.
Cheguei em SP, tentei carregar o celular, não consegui carregar o celular, sentei pra esperar… voo atrasado, fiz uma amizade. Portão de embarque mudou, fui pro outro portão, esperei mais um pouco, embarquei.
Cheguei no Rio (meu olhos brilham com o calor da cidade maravilhosa) peguei o bus do aeroporto… rumo a alvorada.
Cheguei na alvorada, comprei o Rio card, peguei o ônibus pro Recreio Shopping, encontrei minha avó, chorei com minha avó, entreguei minha mochila pra
minha avó… começou a corrida contra o tempo, afinal já eram mais de 16h e o Rock in Rio já tinha começado. Lanchei no Recreio Shopping, peguei o ônibus pra alvorada, desci na alvorada, peguei o ônibus pro Rock in Rio, e nesse momento a energia do evento já contagiava as pessoas. Cheguei na cidade do rock, andei andei andei andei e andei, ufa cheguei no portão de entrada, nessa hora já era possível ver os brinquedos, as pessoas, os palcos… lindo!

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Entrei na cidade do rock! Nesse momento me vi de frente pro tão famoso palco mundo, no exato momento da sua abertura, com direito ao som estrondoso da bateria e guitarra em sintonia com o show pirotécnico que acontecia por cima do palco. Emocionante! Emocionante imaginar que eu estava ali, sozinha, realizando o sonho de estar no Rock in Rio e ver minha banda preferida. Quantas pessoas assim como eu, da geração dos anos 90, desejaram um dia estar no Rock in Rio. O brilho, as lagrimas e o risos das pessoas que entravam no evento era contagiante. Mas depois de controlar as emoções e tirar algumas fotos, fui comprar uma cerveja e tentar encontrar uns amigos de amigos pra ficarmos juntos. Masss, eis que coincidentemente encontro o amigo que tinha feito no aeroporto de sampa, e assim arrumei uma companhia durante os shows…

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Uma cerveja daqui, uma foto dali, uma pausa pra descansar… Perdi o show do Krisiun e do Helloween, pois cheguei tarde… Mas deu tempo de assistir ao Show inusitado e perfeito do Sepultura com Zé ramalho no palco Sunsets. Em seguida demos mais um rolé pela cidade do rock e nos posicionamos estrategicamente em meio a multidão para aguardar o show do Iron Maiden.

Começou o espetáculo! A partir de agora eu não me responsabilizo pelos elogios aleatórios e frases mal formuladas que vou escrever. Fantástico, deslumbrante, cenográfico, teatral… comercial, mas perfeito! Eu estava diante do Iron Maiden, diante da minha adolescência, com direito ao Bruce Dickinson divertido e lindo vestindo um sobretudo preto e bonecos gigantescos do Eddie (mascote da banda). Foi um momento histórico pra mim, Rock in Rio + Iron Maiden! Um objetivo/sonho realizado!
Depois que o show infelizmente acabou, fui embora, no caminho pra saída tocava em todas as caixas de som da cidade a música tema do evento, aquela clássica: “se a vida começasse agora, e o mundo fosse nosso outra vez, e a gente não parasse mais de cantar, de dançar, de viver… ô ô Ô, ô ô Ô, ô ô Ô Rock in Rio!”. Aquilo mexia mais ainda com a emoção de quem estava ali e agora tinha que se despedir. Foi Incrível!

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O evento tinha 3 palcos, uma infraestrutura gigantesca, brinquedos como tirolesa em frente ao palco mundo, elevador que despenca, roda gigante, montanha-russa e muito mais, pra divertir quem estava por ali. A organização era impecável, não vi brigas nem confusão. Filas? Só mesmo para ir nos brinquedos. Para comprar cerveja e comida estava tranquilo e nem mesmo o banheiro feminino tinha filas.

A volta… saí da cidade do rock, andei andei andei, nem sabia pra onde eu tava indo direito, mas continuei andando, chuva, dúvidas, mas continuei andando até que avistei um moto táxi, desses bem pirados típicos do Rio de Janeiro sabe?! Foi lá mesmo que encontrei a solução para chegar rápido em casa. Partiu então… moto, chuva, vento, frio e um papo bem maloqueiro com o motoqueiro haha. Foi divertido! Chegando em casa contei com aquele aconchego típico da minha avó e no dia seguinte, almoço com a família, amiga da Itália, comida da vovis… tudo que eu precisava para retornar para Floripa bem!

E ao chegar no aeroporto do Rio, quando eu pensei que as emoções do Rock in Rio tinham acabado, eis que me deparo com Paul Di’anno ex vocal do Iron Maiden. Claro que meu instinto de tiete tomou conta de mim e eu pedi uma foto haha!
A volta pra casa foi tranquila, um pouco de turbulência, mas cheguei bem. E no aeroporto de Floripa o namorado mais gentil do mundo estava me esperando! 😀 Fim.

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